segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Poema "Busca" de Isabel Furini - Quadro de Celia Dunker
BUSCA
Poetas
penetram no cárcere do tempo,
navegam em mares de quimeras
e em rios alvacentos.
Procuram as Musas
nas águas agitadas.
Semeiam versos nas árvores e no coração do vento.
Poema de Isabel Furini
Quadro da professora e artista plástica Celia Dunker.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
POEMA INFANTIL: CADÊ O GATO? de Isabel Furini
![]() |
| Arte digital CArlos Zemek |
Cadê o gato?
Cadê o gatinho?
Ele gosta de carinho,
ele gosta de correr
e assustar os passarinhos.
Cadê o gato?
Cadê o gatinho?
O gato Freddi não gosta
de ficar em casa sozinho,
ele prefere o quintal
para brincar com os sapinhos.
Cadê o gato?
Cadê o gatinho?
Achei o gatinho, meus amigos,
ele estava no meu quarto
e quebrou meu cavaquinho!!!
Isabel Furini é escritora e poeta.
Arte digital: Carlos Zemek
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Oficna Como Escrever um Livro
Há anos oriento a oficina "Como Escrever e Publicar um Livro" no Solar do Rosário, em Curitiba, e tive a oportunidade de observar o interesse crescente das pessoas - muitos querem escrever e publicar livros. Alguns sonham com o mundo literário, mas outros querem somente passar suas ideias, pensamentos e emoções para os leitores. É esse sentimento de "ser mais ser" do qual já falava o filósofo grego Platão.
Nas palavras da escritora Lygia Fagundes Telles: "O escritor escreve, tentando recompor, quem sabe, um mundo perdido, os amores perdidos, a casa perdida, o paraíso perdido. Nesse paraíso perdido está a infância."
A premiada escritora espanhola Rosa Montero em "A Louca da casa" esclarece: " Sempre pensei que a narrativa é a arte primordial dos seres humanos. Para ser, temos que nos narrar, e nessa conversa sobre nós mesmos há muitíssima conversa fiada: nós nos mentimos, nos imaginamos, nos enganamos..."
Entendemos o fato de escrever como a arte de revelar um mundo imaginário. O autor está sempre presente na sua obra, ainda que não seja de forma direta, mas suas percepções estão inseridas na construção de personagens.
Esses interessantes assuntos farão parte do curso COMO ESCREVER E PUBLICAR UM LIVRO, que ministrarei a partir de 06 de fevereiro de 2014, durante 4 meses, 5º feiras, das 17h00 às 19h00, no Solar do Rosário, fone (41) 3225-6232.
Isabel Furini - e-mail: isabelfurini@hotmail.com
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
PALHAÇO MANECO (Poema Infantil de Isabel Furini - Pinturas de Rogério Dias)
O palhaço Maneco
dança como um boneco.
O palhaço é narigudo
e também é orelhudo.
Ele tem um barrigão
muito maior que um caminhão.
Ele tem um cabeção
do tamanho de um avião.
O palhaço usa um chapéu
que é muito, muito pequeno.
dança como um boneco.
O palhaço é narigudo
e também é orelhudo.
Ele tem um barrigão
muito maior que um caminhão.
Ele tem um cabeção
do tamanho de um avião.
O palhaço usa um chapéu
que é muito, muito pequeno.
O Maneco está em pé
e tem pássaros perto dos pés.
e tem pássaros perto dos pés.
Esse palhaço engraçado
é uma imagem de um quadro
é uma imagem de um quadro
do Rogério Dias.
Isabel Furini - Contato: isabelfurini@hotmail.com
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Exposição de Arte e Literatura em 12 de dezembro/2013
Em 12 de dezembro, 19 horas, no Centro Cultural e Gastronômico Massuda (Trajano Reis, 443, Bairro São Francisco, Curitiba), será a abertura da exposição de Arte e Literatura "Perspectivas", curadoria de Carlos Zemek. No evento, serão lidos poemas de Jocelino Freitas e de Elizabeth I. Espinosa.
Jocelino Alves de Freitas, 50 anos, é advogado e escritor. Ele é romancista, cronista e poeta, membro do Centro de Letras do Paraná. Jocelino já lançou 25 livros, entre romances, crônicas e poemas. Entre os títulos publicados destacamos os romances “O senhor do tempo”, “Laços abertos” e “Cristo da Periferia”, ele também organizou a 1a. Antologia do Colégio Brasileiro de Poetas e a 2ª. Antologia do Colégio Brasileiro de Poetas, mantêm o blog www.vidaemversoeprosa.blogspot.com.br,
Os quadros são dos artistas: Ally Simões, Carlos Zemek, Celia Dunker, Dyrce Novak, Ivani Silva, Raquel Berenice Storck, Roberto Bona e Sandoval Tibúrcio. A instalação artística é de Vanice Ferreira.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Poema de amor de Renato Ferraz e quadro de Lucy Orquiza
Um Amor a Vera!
(Renato Ferraz)Agora só vou ouvir
O que meu coração diz
Pra ser feliz
É preciso crer no coração
Na emoção
Esquecer a ilusão
Procurar a paixão
Se não pra que viver?
Pra que viver?
Não quero sobreviver
Das migalhas do desamor
Procurar outro amor
Profundo e imenso
Como o oceano
Doce como o pôr do Sol
E a brisa do mar
Trazendo calma
A alma
Já é hora de eu gostar
Mais de mim
Não dá assim
Enfim
Amar
Pra me perder
De paixão arder
Quem me dera
Um amor a vera!
Só de pensar
Faz coração arrepiar!
Meu Deus como é bom amar!
Quem me dera
Um amor a vera!
Renato Ferraz
(30/11/2013)

"A Crejeira" Quadro de Lucy Orquiza
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